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Miriam Martins

em Ter Jan 16, 2018 1:45 am
Na entrevista ao Brasil de Fato, de| São Paulo (SP), no dia 8 de Dezembro de 2017, o filósofo e pedagogo Saviani criticou as medidas de Temer e apontou como um caminho a resistência do povo (pelo que eu assimilei).
Saviani falou na referida entrevista sobre a iniciativa chamada de “Escola Sem Partido”, afirmando ter “uma proposta que procura se sintonizar com a visão fundamentalista das seitas religiosas”, apontando meios e caminhos para a construção de resistências às políticas de retrocessos que estão impactando na educação brasileira. Saviani também criticou a reforma do Ensino Médio decretada pelo governo Temer na lei n.º 13.415, que está sujeita a implementação entre 2019 e 2020, que para ele a reforma significa um retrocesso que nos conduziria a década de 40. Caracterizou o governo de Michel Temer como golpista, por ter inviabilizado o Plano Nacional de Educação de 2014. com muitas consequências para o povo brasileiro, como a chamada PEC do Fim do Mundo, que congelou por 20 anos os gastos públicos, limitada apenas à inflação do ano anterior.
Para Saviani essa é uma reforma nos remete a um retrocesso para a década de 1940, quando estava delimitada a formação profissional de um lado e a formação das elites de outro. O governo argumenta que esses itinerários são para flexibilizar o curso e permitir a escolha dos alunos. O que é um absurdo porque adolescentes de 15 anos, não podem ter a responsabilidade de definirem o seu próprio percurso, os seus projetos de vida, pois não possuem (na maioria das vezes) essa capacidade, o que concordo com o entrevistado. Ao meu ver, os jovens de 18, 20 anos que ingressam no ensino superior não possuem ainda, em sua maioria clareza desta opção.
Concluindo, o entrevistado fala da importância de retomar e ampliar,debates organizados, não apenas para as entidades do campo educacional, mas também as entidades do campo sindical, dos sindicatos dos trabalhadores e dos movimentos sociais populares, para reforçar essa mobilização e assim,, reverter essas medidas retrógradas que o governo vem tomando, em prejuízo á sociedade brasileira.
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